{"id":5500,"date":"2021-06-23T02:15:31","date_gmt":"2021-06-23T01:15:31","guid":{"rendered":"https:\/\/paulatooths.com\/index\/?p=5500"},"modified":"2021-06-10T02:20:49","modified_gmt":"2021-06-10T01:20:49","slug":"grupo-a-hora-conta-como-seus-profissionais-driblaram-a-pandemia-para-construir-artigos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/paulatooths.com\/index\/2021\/06\/23\/grupo-a-hora-conta-como-seus-profissionais-driblaram-a-pandemia-para-construir-artigos\/","title":{"rendered":"Grupo A Hora conta como seus profissionais driblaram a pandemia para construir artigos"},"content":{"rendered":"<p>Em mais de um ano que o planeta vive sobre os aspectos da pandemia da COVID-19, v\u00e1rios s\u00e3o os profissionais e as profiss\u00f5es que tiveram de se reinventar e se adaptar. Entre elas, \u00e9 a profiss\u00e3o de jornalista.<\/p>\n<p>De acordo com os \u00faltimos relat\u00f3rios publicados da\u00a0<a href=\"https:\/\/www.who.int\/\">Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade<\/a>\u00a0(OMS), o n\u00famero de infetados em todo o mundo supera os 172 milh\u00f5es e segundo o balan\u00e7o da ag\u00eancia\u00a0<a href=\"https:\/\/www.afp.com\/\">France-Presse<\/a>\u00a0(AFP), a pandemia de Covid-19\u00a0matou, pelo menos 3,7 milh\u00f5es de pessoas.<\/p>\n<p>Baseado nos dados distribu\u00eddos pela universidade\u00a0<a href=\"https:\/\/www.jhu.edu\/\">Johns Hopkins<\/a>, os Estados Unidos continuam a ser o pa\u00eds mais afetado, tanto em n\u00famero de mortes como de infe\u00e7\u00f5es. Em seguida est\u00e3o o Brasil, a \u00cdndia, o M\u00e9xico e o Peru.<\/p>\n<p>Estados Unidos e Israel j\u00e1 imunizam crian\u00e7as a partir de doze anos, mas de acordo com a Folha de S\u00e3o Paulo, o consider\u00e1vel aumento de interna\u00e7\u00e3o de menores acende o debate sobre a vacina\u00e7\u00e3o em todos os continentes.<\/p>\n<p>Conforme declara\u00e7\u00e3o do\u00a0<a href=\"https:\/\/pressemblem.ch\/pec-news.shtml\">Press Emblem Campaign\u00a0<\/a>(PEC), organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental com sede em Genebra, pelo menos 1.500 jornalistas de 77 pa\u00edses morreram de Covid-19, destacando que, apenas em maio deste ano, 200 profissionais foram v\u00edtimas da doen\u00e7a e dessa soma, 26 casos foram registrados no Brasil.<\/p>\n<p>Entre os dez pa\u00edses onde se registraram mais mortes de jornalistas v\u00edtimas do novo Coronav\u00edrus, est\u00e3o tamb\u00e9m a Col\u00f4mbia, It\u00e1lia, Bangladesh, Equador e Estados Unidos, nessa ordem.<\/p>\n<p>Como foi e como est\u00e1 sendo para essa categoria, t\u00e3o importante para o mundo e para a sociedade brasileira?\u00a0<a href=\"https:\/\/napautaonline.com.br\/\">O Grupo A Hora<\/a>\u00a0conta uma parte desta experi\u00eancia atrav\u00e9s dos testemunhos de alguns de seus jornalistas e colaboradores.<\/p>\n<p>Para o jornalista\u00a0<a href=\"https:\/\/napautaonline.com.br\/author\/fm1\/\">Fabricio Magalh\u00e3es<\/a>, diretor do grupo, n\u00e3o foi f\u00e1cil e segundo o mesmo continua n\u00e3o sendo. \u201cNo meu caso espec\u00edfico, esta tarefa se torna mais complexa, pois al\u00e9m de assinar alguns artigos, uma das tarefas que tenho \u00e9 a de filtrar artigos, mat\u00e9rias e manter a intera\u00e7\u00e3o com todos os nossos colaboradores que assinam colunas nos portais, sendo que h\u00e1 profissionais de v\u00e1rios estados como Goi\u00e1s, Santa Catarina, S\u00e3o Paulo, al\u00e9m daqueles que est\u00e3o em outros pa\u00edses como Holanda, Portugal, Inglaterra e Estados Unidos&#8221;, conta\u00a0<a href=\"https:\/\/napautaonline.com.br\/author\/fm1\/\">Magalh\u00e3es<\/a>.<\/p>\n<p>Uma das jornalistas que assina uma das colunas no Grupo A Hora, \u00e9\u00a0<a href=\"https:\/\/napautaonline.com.br\/author\/cs1\/\">Caroline Santana<\/a>, que questionada quanto a dificuldade de escrever e ter ideias durante este per\u00edodo pand\u00eamico, contou sua experi\u00eancia.<\/p>\n<p>&#8220;Parabenizo a equipe do jornal que assino meus artigos, e que se dedica desde o in\u00edcio a levar informa\u00e7\u00e3o de qualidade seja atrav\u00e9s de mat\u00e9rias ou artigos de opini\u00e3o. Sinto-me orgulhosa em participar h\u00e1 dois anos dessa fam\u00edlia que s\u00f3 tem a acrescentar ao mundo com seus projetos e ideias. \u00c9 uma honra ter a coluna &#8220;Caf\u00e9 &amp; Leitura&#8221; e escrever sobre assuntos diversos. A pandemia \u00e9 um desafio que vivemos diariamente, e informa\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de animar vidas, faz parte do cotidiano das pessoas. Muitas vezes n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil colocar as mat\u00e9rias no ar. Inclusive, minha coluna agora \u00e9 quinzenal por conta da sa\u00fade mental. Sempre direciono meus textos ao planejamento que fa\u00e7o anualmente. Por\u00e9m, no atual momento que vivemos, fica dif\u00edcil segui-lo porque tudo pode mudar em cinco minutos. Mas tenho certeza que escrever meus textos, fazer o que realmente gosto, me faz uma pessoa muito mais feliz, e muito mais pautada com a realidade. Al\u00e9m de alcan\u00e7ar pessoas que eu jamais pensei como leitores (as)&#8221;, afirmou\u00a0<a href=\"https:\/\/napautaonline.com.br\/author\/cs1\/\">Caroline Santana<\/a>, que \u00e9 jornalista especialista em assessoria de comunica\u00e7\u00e3o e marketing.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.imdb.com\/name\/nm9810742\/\">Paula Tooths<\/a>, jornalista tamb\u00e9m do Grupo A Hora, com extensa experi\u00eancia na \u00e1rea, passando por v\u00e1rias emissoras de televis\u00e3o no Brasil e no exterior, autora de 8 t\u00edtulos publicados em mais de vinte pa\u00edses, residiu quase duas d\u00e9cadas em Londres atuando na linha editorial e h\u00e1 tr\u00eas anos vive em Miami, nos Estados Unidos. Paula explica que escrever nunca \u00e9 uma tarefa f\u00e1cil, escrever \u00e9 querer, \u00e9 viver e sentir a not\u00edcia, a opini\u00e3o e o pensamento, independente de tempos pand\u00eamicos, mas n\u00e3o nega que com toda esta crise mundial, as coisas realmente ficaram mais dif\u00edceis, pois divide seu tempo em ser m\u00e3e, esposa e jornalista, e com toda essa pandemia da COVID-19, em isolamento, as coisas n\u00e3o ficaram mais f\u00e1ceis.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 uma mistura de tudo um pouco &#8211; medo, preocupa\u00e7\u00e3o com a fam\u00edlia, receio de estar em campo e n\u00e3o adoecer e ao mesmo tempo, a antena ligada e a neura de n\u00e3o poder perder o que est\u00e1 acontecendo mundo a fora, no in\u00edcio s\u00e3o muitos artigos, muitos textos, muita coisa nova acontecendo, as ideias fluem e os textos nascem, mas com o passar do tempo e a repeti\u00e7\u00e3o do mesmo assunto todos os dias, a coisa vai ficando estranha. As ideias j\u00e1 n\u00e3o se concatenam como antes. Acredito que escrever \u00e9 a minha miss\u00e3o. Escrever \u00e9 o que gosto de fazer e em breve sairemos desta loucura. E artigos e mais artigos vir\u00e3o trazendo boas novas\u201d, desabafou a jornalista\u00a0<a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Paula_Tooths\">Paula Tooths<\/a>.<\/p>\n<p>A escritora e cr\u00edtica de cinema,\u00a0<a href=\"https:\/\/napautaonline.com.br\/author\/sc1\/\">Sara Cristina<\/a>, tamb\u00e9m comp\u00f5e o time do grupo, e com certeza para ela as coisas ficaram mais complexas no que diz respeito a escrever sobre cinema com esta nova realidade.<\/p>\n<p>\u201cTudo chegou de surpresa e particularmente, uma grande incerteza. O que seria do cinema? De repente uma coisa t\u00e3o normal, j\u00e1 n\u00e3o podia mais ser feita. As portas dos cinemas se fecharam, produ\u00e7\u00f5es foram interrompidas, estreias adiadas e minhas mat\u00e9rias paralisadas. A ansiedade pela espera de grandes produ\u00e7\u00f5es foi trocada por canais por assinatura e downloads desenfreados. Mas quando voltaremos ao normal? Uma pergunta sem resposta garantida e que nos levou a achar uma sa\u00edda, a nos reinventar, a nos adaptar, alguns com responsabilidade, outros nem tanto. Estamos em um \u2018novo normal\u2019 e embora ainda n\u00e3o estejamos em uma sala de cinema, voltamos a falar sobre filmes e em breve, e com f\u00e9, faremos novamente o que \u00e9 \u2018normal\u2019&#8221; descreve a cr\u00edtica de cinema,\u00a0<a href=\"https:\/\/napautaonline.com.br\/author\/sc1\/\">Sara Cristina<\/a>.<\/p>\n<p>O jornalista Fabricio Magalh\u00e3es, acrescenta que o verbo escrever \u00e9 arte, \u00e9 trazer o que h\u00e1 de melhor no interior, e que o senso cr\u00edtico tem que prevalecer, que se deve ter muito cuidado, para n\u00e3o surtar e sair por a\u00ed atirando em tudo e em todos atrav\u00e9s da escrita.<\/p>\n<p>\u201cO Grupo A Hora continua, embora seja uma experi\u00eancia \u00e1rdua, mas com muito aprendizado. Nossos ve\u00edculos est\u00e3o no ar e todos os dias com mat\u00e9rias publicadas, temos priorizado not\u00edcias alegres, novidades, variedade e cultura, ao inv\u00e9s de apenas not\u00edcias pand\u00eamicas. Existe um momento em que a massa precisa se manter informada do que est\u00e1 acontecendo no mundo, mas n\u00e3o a todo instante, e \u00e9 nesse momento que entra a nossa filtragem, proporcionando \u00e0s pessoas que acessam nosso conte\u00fado, todos os tipos de textos e artigos, n\u00e3o apenas not\u00edcias referentes \u00e0 pandemia. Em breve tudo isso vai passar\u201d, finalizou Fabricio Magalh\u00e3es.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em mais de um ano que o planeta vive sobre os aspectos da pandemia da COVID-19, v\u00e1rios s\u00e3o os profissionais e as profiss\u00f5es que tiveram de se reinventar e se adaptar. Entre elas, \u00e9 a profiss\u00e3o de jornalista. De acordo com os \u00faltimos relat\u00f3rios publicados da\u00a0Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade\u00a0(OMS), o n\u00famero de infetados em todo o mundo supera os 172 milh\u00f5es e segundo o balan\u00e7o da ag\u00eancia\u00a0France-Presse\u00a0(AFP), a pandemia de Covid-19\u00a0matou, pelo menos 3,7 milh\u00f5es de pessoas. 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